Um roteiro lento pelo centro histórico
A Cidade de Goiás não pede pressa. Fundada em 1727, ela se mostra melhor a pé, sem relógio, deixando que as ruas decidam o caminho.
Começar pelo cotidiano
O mercado municipal é um bom ponto de partida para sentir o ritmo da cidade. De lá, o centro histórico se abre em ruas de casarios coloridos, igrejas centenárias e pontes de pedra, um conjunto reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 2001.
Vale andar sem destino pelas ruas que os moradores chamam pelos nomes populares, como a Rua do Fogo, a Rua do Moreira e a Rua do Horto, e passar pela Praça do Coreto.
A casa de Cora Coralina
A casa onde viveu a poeta Cora Coralina é parada obrigatória para quem quer entender a cidade pelos olhos de quem a escreveu. Reserve tempo para ela; é o tipo de visita que pede silêncio.
O fim de tarde
Quando a luz fica dourada, o melhor programa é parar. Do terraço da Casa Tempo se vê a Serra Dourada e o centro histórico; na Casa Tempo Glória, o quintal se abre para a vista da cidade no pôr do sol.
A noite
O Cine Teatro São Joaquim é um dos espaços culturais da cidade. Vale conferir a programação durante a estadia.
Para um dia fora
Se a vontade for de natureza, os arredores guardam alguns dos passeios mais bonitos do Cerrado:
- os cânions da Serra Dourada;
- o Santuário Ecológico Poço do Sucuri;
- a Cachoeira das Andorinhas;
- o Poço das Traíras.
O roteiro completo
Antes da chegada, a anfitriã Juliana Freire envia pelo WhatsApp um roteiro próprio com cerca de 20 lugares, entre passeios, restaurantes e artesãos. É a forma mais simples de conhecer Goiás como quem mora aqui.